quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo



Reservas da Biosfera é uma figura reconhecida pelo Programa MAB (Man and Biosphere) no âmbito da Unesco. Estas figuras inovam e demonstram modelos de conservação e sustentabilidade. Estão sob jurisdição soberana de cada país e compartilham ideias e experiências regional, nacional e internacionalmente no âmbito da Rede Mundial das Reservas da Biosfera. Atualmente são reconhecidas 533 reservas da biosfera distribuidas em 107 países. (Unesco: MAB, 2009)



A Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - RBCV-CSP, parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, após uma campanha de 2 anos,  foi criada em 1994 a partir de um movimento popular que coletou 150.000 assinaturas. Hoje abrange 78 municípios das regiões metropolitana de São Paulo e Baixada Santista, além de abranger um ecossistema marinho, a lage de Santos. Estas áreas verdes deste cinturão, são responsáveis por todos os serviços ambientais que adquirimos e receptora de grande pressão negativa do crescimento urbano.

Sua área é de 23.111Km², onde habitam cerca de 23 milhões de pessoas - mais de 10% da população nacional numa área equivalente a 2 milésimos do território do país.
Na reserva existem mais de 6.000 =km² de florestas e outros ecossistemas de mata atlântica, uma das mais ricas e ameaçadas do planeta. Além de uma diversidade biológica espetacular, os ecossistemas da RBCV produzem inestimáveis serviços ambientais .
A criação da Reserva da Biosfera representa um avanço e uma oportunidade para a gestão integrada de suas cidades e seus ecossistemas, complementando as instâncias tradicionais de gestão territorial como as municipais, metropolitanas, de bacias hidrográficas e de áreas protegidas. (texto tirado do folder RBCV-CSP, edição 2009)

A RBCV-CSP é coordenada pelo Instituto Florestal da Secretaria de Meio Ambiente e as idéias de suas gestão partem de um Conselho de Gestão, composto por 17 membros governamentais e 17 membros Não-Governamentais. Uma instância executiva, o Bureau, contribui ao gerenciamento de recursos, a representatividade pública e organização de atividades e reuniões do Conselho e o encaminhamento de questões para deliberação no Conselho de Gestão.


O “Programa de Jovens – Meio Ambiente e Integração Social”, um programa que atualmente vem ganhando seu conhecimento no âmbito de setores públicos de municípios integrantes, do estado e ONGs, é um programa que visa formar e capacitar jovens de 15 a 21 anos de idade, habitantes de áreas protegidas e zonas periurbanas, para atuarem no “Ecomercado de trabalho”.

A formação acontece em NEE – Nucleos de Educação Ecoprofissional, com duração de 2 anos e acontecendo simultaneamente com o ensino formal.
As capacitações acontecem em 4 príncipais oficinas: Turismo Sustentável; Agroindustria Artesanal; Consumo, Lixo e Arte e, Produção e Manejo Agricola e Florestal Sustentável. Todas visando também a Formação Integral.

O Ecomercado tem sua demanda aumentando conforme a população vem procurando modelos de consumo e alimentação saudável, o que deve ter uma preocupação com o meio ambiente, bem-estar e desenvolvimento social.

Atualmente existem entorno de 16 NEEs em atividade, capacitando jovens e além disso em vários municípios existem jovens gerando sua própria renda no Turismo, na Agroindustria Artesanal, e Produção de mudas  florestais e hortaliças.

O programa tem um forte concorrente que é o mercado tradicional, muitos jovens tem pressão por parte familiar para que arrumem um emprego qualquer para contribuírem com a renda familiar. Mas caso o jovem tenha passado já por alguns módulos e não venha a concluir, ele sai diferente do que entrou, pois o programa o estimula a criticar o atual modelo de desenvolvimento socioeconômico, além de ter uma maior sensibilidade com o meio em que vivemos.


Espero que tenham entendido um pouco da importância dessa figura.
Para mais informações acessehttp://www.iflorestal.sp.gov.br/rbcv/index.asp

domingo, 12 de setembro de 2010

Visite Paranapiacaba - Santo André


             Paranapiacaba, uma vila situada no município de Santo André, surgiu em 1861 quando a ferrovia inglesa São Paulo Railway chegou até o sítio, partindo de Santos em 1860 e já alcançando o planalto um ano após.   No início o vilarejo surgiu como uma área de acampamentos provisórios, na época chamada de Alto da Serra. Após a implantação de casas para moradia permanente a vila foi inaugurada em 1867, quando foi inaugurada a ferrovia SPR. O intuito desta ferrovia foi ligar Jundiaí (região produtora de café) ao Porto de Santos (de onde o café partia pro exterior). A vila teve um crescimento populacional conforme a demanda de café e operários também cresceu.  
       Em datas mais recentes Paranapiacaba, teve seu patrimônio cultural, tecnológico e ambiental, reconhecido em 1987 pelo tombamento do CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), em 2002 pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e em 2003 na esfera municipal, pelo Comdephaapasa. (Prefeitura de Santo André, 2005) (fonte:Prefeitura de Santo André); também foi listado pela World Monuments Fund como Patrimônio Cultural Mundial e também na lista dos 100 Monumentos Mais Ameaçados (the 100 Most Endangered Sities). Por conta de entrar nesta lista em 2002 recebeu verbas para restauração de dois espaços, o Museu Castelinho e a Casa Fox.  A lista dos monumentos ameaçados é renovada a cada dois anos, na posterior a vila de Paranapiacaba já não estava mais. A área urbana tem grande importância por ser a única vila ferroviária preservada no Brasil, por ser um local em que a ferrovia necessitou de grandes projetos para a descida da serra, por ser uma vila com grandes características da Revolução Industrial (trabalho com carga horária e horários bem definidos, locomoção da ferrovia por máquinas a vapor, moradia distribuída por hierarquia, planejamento urbanístico, enfim.)
Pra conhecer a vila basta ter tempo e disposição para caminhar na área urbana e não deixar de caminhar por alguma de suas trilhas em um dos Parques do entorno.

             Paranapiacaba tem em seu entorno três Unidades de Conservação (Áreas Naturais instituídas pelo poder público, voltadas a preservação dos recursos naturais, todos os seres vivos da área e utilizada como meio de integração entre o homem e o meio natural, mas com normas de uso), a primeira Unidade de Conservação da Vila é a Reserva Biológica Alto da Serra de Paranapiacaba, idealizada em 1909 por Herman von Ihering e a partir de 1912 foi instituída pelo Instituto de Botânica de São Paulo. (Instituto de Botânica), quando ouvimos falar de Áreas Preservadas no Brasil, sempre quem surge é o Parque Nacional de Itatiaia no Rio de Janeiro de 1937 como a primeira Unidade de Conservação, antes disso era uma Estação Biológica. Mas antes disso Herman von Ihering já tinha adquirido esta área já pensando em preservá-la e utilizá-la também como espaço para pesquisas. O Código Florestal vigente é de 1934, portanto está aí a importância desta Reserva Biológica como área protegida, ela foi criada antes do conceito. Mas esta área é voltada à pesquisa e educação ambiental, não é permitido a prática de turismo de lazer em sua área.

           Conectado à Reserva Biológica Alto da Serra está o Núcleo Itutinga Pilões do Parque Estadual da Serra do Mar, o maior dos oito núcleos da maior Unidade de Conservação do Estado de São Paulo.  Criado em 1977 e de grande relevância para a produção e qualidade das águas da Baixada Santista, além de outros Serviços Ambientais que esta área nos serve. Hoje o PESM é administrado pela Fundação Florestal de São Paulo - SMA

         E a última Unidade de Conservação no entorno da Vila de Paranapiacaba é o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, criado em 2003 pela Prefeitura de Santo André, esta área é de grande importância por nela estarem nascentes principais formadoras do Rio Grande, este um dos principais formadores da Represa Billings e provedor de água potável. Além de toda essa importância em preservação das florestas, seus recursos naturais e vida que destes dependem e inter-relacionam, estas áreas são de grande importância para a humanidade, por nos fornecer inúmeros serviços ambientais, que vão desde o ecoturismo, passando por ligações a cultura e religiosidade e indo aos mais importantes itens que  são a regulação climática, provisão e regulação da qualidade das águas, regulação da qualidade do ar, etc. Além dessas três importantíssimas Unidades de Conservação, Paranapiacaba - Santo André está também na Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, uma figura reconhecida pela Unesco. Comentarei sobre essa figura em outro post. 

Anime-se e venha conhecer esse precioso e preservado bem tão próximo às grandes cidades do ABC Paulista.

Faça trilhas somente com Monitores Ambientais Credenciados. 

Para mais informações entre em contato por: iml_biologia@hotmail.com

sábado, 11 de setembro de 2010

A contagem regressiva pra The End of the World (É uma festa rave?)

             Aqui no Brasil, São Paulo é um dos estados correndo com mais fé em direção ao fim, com força de vontade pra se acabar mesmo antes do fim do mundo.   Na década de 80 o município de Cubatão foi considerado o mais poluído do mundo (nasci em 84 em Paranapiacaba, lá era a passagem de grande parte das poluições), já em 2008 São Paulo estava em 6º Lugar como a Cidade mais Poluída do Mundo segundo a OMS (trabalhei em São Paulo de 2006 a 2008, antes da Lei Estadual 13.541/2009.- Anti-fumo, fumei passivamente atééé).
         Isso falando em escala global, agora pra quem vê de perto sente a pontada no peito. Quem é da minha idade ou mais velho deve se lembrar como era andar de trem da CBTU, (Ooooh belezura! rsrs), eu ia sempre espremido pra onde quer que fosse em sentido a cidade de São Paulo, as vezes o medo era de cair , pois o trem trafegava com as portas abertas, as vezes o grande medo era de não conseguir sair do trem, me perder da família e passar o resto da vida embaixo de um viaduto. Foi tenso.  
         Fora tudo isso,  também não sei como sobreviver em relação a alimentação, pois comer carne acaba com o planeta, agora é moda dizer isso. Mas eu como e, infelizmente com os POPs – Poluentes Orgânicos Persistentes que se acumulam na gordura animal. Se optar por uma alimentação “sáudaVo” terei que comer legumes e verduras lotadas de agrotóxicos, ah! e comer um bicho chamado soja. Este ser produz Leite e tem carne! Portanto a soja é da Classe Mammalia.
Alguém vai comentar que eu tenho a opção de comprar produtos orgânicos, aqui perto de casa não tem onde vende e na maioria dos locais que vi, orgânicos são mais caros. 
Se fosse pra eu pagar 5,00R$ num pé de Alface, eu compraria maconha, afinal de contas nunca ouvi elogios a alfaces, no máximo é algo tipo "tá grande", mas isso até eu escuto das minhas tias quando vou em Minas Gerais.  Enfim, como nem cigarro eu fumo, fico com a carne de porco.
Além disso ainda temos os problemas com metais pesados nas águas, além do o Fluor. Pra proteger os dentes? E pra que engolimos? Pra quem não sabe o flúor foi utilizado na Segunda Guerra Mundial, era administrado nas águas para que tivesse efeito sedativo, pois age no cérebro, envenenando-o. Então hoje pra matar a sede eu bebo café.

        Quando fiquei mais velho, comecei curtir Prodigy, Drum and Bass, Techno, etc. Aí comecei a sair, no início eu me sentia como um cão sozinho e novo no pedaço, com o rabo entre as pernas, óbvio. Comecei a curtir em 96, nessa época só se ouvia falar de que teve tretas lá, ali e aqui. Ainda bem que nunca fui de torcida organizada, senão hoje talvez eu já teria partículas espalhadas em todo o oceano.
      Mas as coisas ruins não se acabaram, trabalhei na cidade com a Segunda Maior Densidade Populacional do Brasil: Dia-de-ma. Não me lembro onde, sei que era na Europa, estava tendo uma alta taxa de mortalidade de um certo tipo de animal em determinada região, (na realidade eu sei qual o animal, mas não vem ao caso pra não fazerem trocadilhos).  
 A maioria dos indivíduos mortos eram machos e sem sinais de briga a ponto de ocasionar morte. Fizeram um estudo e constataram que a quantidade de machos no território estava acima do normal, portanto liberavam mais X hormônio (testosterona se não me engano) na corrente sanguinea e isso encurtava e muito a vida de cada indivíduo. Provavelmente apenas o contato visual já era responsável por essa mudança hormonal. Agora imagine o quanto já não reduziu da minha vida ter q entrar a força em ônibus, com indivíduos do mesmo sexo com o nariz perto da minha nuca?! Sério! 
Por isso eu prefiro morar longe e trabalhar pra cá, o risco maior que tenho é de ser picado por uma coral ou jararaca. Nem risco de ser atingido por balas perdidas eu tenho.

              Escrevi até pouco, mas pra quem vive num condomínio de luxo deve pensar que tudo isso só pode ser brincadeira ou seja estória pra boi dormir. 
           Nem acabou, as fontes de estresse são múltiplas. Uma pergunta freqüente que me fazem é “você não pretende dar aula?”.  Muitas vezes eu nem respondo algo a mais que um simples e encorajador “Não”. Muitos jovens não respeitam a sí mesmos, imagine se respeitam os pais! Imagine se iam me respeitar, não é isso que ensinam naquele rítmo "músical" chamado "fuck..."
Na minha época de escola, nem faz muito tempo, apenas 12 anos atrás, quando eu fazia algo de muito errado, era colocado atrás da porta. Hoje a molecada tem ECA pra ajudá-los, na minha época eu nunca ouvi falar, talvez era mantido em sigilo, afinal que professor ia nos fornecer essa grande informação!? As vezes ia pra diretoria e nem lá ela estava, eu me sentia exatamente como agora, quando ligo em hospital ou algum setor público que pedem pra esperar, colocam uma música e me deixam de castigo. Então imagine quanto o tal hormonio não me destruiu.  Sem comentar ainda da época em que faltavam horas pra prova mais difícil do semestre, aí quando eu abria um livro ou apostila no ônibus, um funkeiro abria a porta das emoções dele e dava um "up" no volume.  Dependendo da música eu até consigo ler, talvez Dubstep, mas funk?!  A cada 5 segundos falava de dinheiro, arma e orgão sexual reprodutor feminino. Quem agüenta?

         Me imagino com 40 anos, largado no sofá após um belo dia de trabalho, assistindo Jornal na Tv e chega minha filha de 16 anos com uma calça nova, daquelas tão apertadas que quando vai vesti-la os dois pés saem do chão simultaneamente, aí escancara a porta e fala que vai me apresentar o namorado. Vulgo “mulhéki piranha” ou “mulhequi zika”. No mínimo ele vai dar um tapa na bunda da minha filha, pedir uma cerveja, sentar-se na minha exclusiva poltrona e colocar os pés na mesa de centro. Sinceramente eu não sei se choro agora, neste exato momento em que escrevo pra adiantar ou se rezo pra que o mundo acabe antes disso. 


         Por isso as vezes digo que o sofrimento dos paulistas nunca acabará, pois antes o que perturbava o povo era a ditadura militar, uma certa época eram os trens da CBTU lotados e até correndo com portas abertas, em alguns bairros são as baratas invadindo casas, em zonas periurbanas os esgotos a céu aberto e agora comediantes e funkeiras fazendo bico na política e pra piorar sem respeitar fronteiras existem funkeiros pra todos os lados. 

                                 Acha que o Fim do Mundo está tão distante? 

Veneno na Torneira

"Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso."

Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.

A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.

Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.

Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.

Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
   
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.

Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.

Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.

No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.

A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.

Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?

Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.

Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?

Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.

A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.

Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.

Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.

Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.

A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.

Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.

A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.

Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.

À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.


TESTEMUNHA
Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto:
"Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."

Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?


   DESAFIANDO O PARLAMENTO
Peter Robinson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".
Com a ajuda da National Pure Water Association. Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.


RECONHECIMENTO OFICIAL
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve um indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.


REALIDADES DO FLÚOR
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.